terça-feira, 13 de maio de 2014

Como instalar drivers no Windows Vista e 7

Como instalar drivers no Windows Vista e 7

               O Vista e o 7 contam com sistema de instalação de drivers similar. Apesar de serem os sistemas que têm mais pacotes genéricos, sempre há aqueles que precisam de instalação manual
.
O processo de instalação no Vista e 7 foi simplificado e dispensa alguns passos no assistente, o que dá uma ajuda para quem não tem muita intimidade com essa tarefa. Assim como o XP, estas duas versões também contam com verificação online no banco da Microsoft. Veja como instalar manualmente caso não dê certo.

A instalação

  • Apesar de as imagens usadas serem do Windows 7, todos os passos descritos servem também para o Vista;
  • Para começar, botão direito do mouse em 'Meu computador' e um clique em 'Propriedades';
  • Na tela exibida, clique no link 'Gerenciador de Dispositivos';
  • A janela 'Gerenciadores de Dispositivos' exibe todo o hardware do micro. Diferentemente das versões anteriores, os dispositivos sem driver não contam com interrogações amarelas para identificá-los, mas com uma branca mais discreta e difícil de indentificar. Veja o exemplo a seguir;
  • Depois de encontrar o item sem driver, clique com o botão direito e em 'Propriedades';
  • Na janela exibida clique em 'Atualizar Driver...' para começar o processo;
  • Para pesquisar online, clique em 'Pesquisar automaticamente software de driver atualizado'. Caso não dê certo, siga os passos anteriores novamente e clique em 'Procurar software de driver no computador';
  • Agora é hora de encontrar a pasta do driver baixado. Caso ele esteja compactado, será necessário usar o WinRAR Prata No ranking semanal ou o 7-Zip Em português para extraí-lo;
  • Clique em 'Ok' e em 'Avançar';
  • Em alguns minutos a instalação estará concluída. Leia o que estiver escrito na tela seguinte para certificar-se de que tudo ocorreu bem.

Particionando um HD

Particionando um HD
Criar diferentes partições no disco rígido é uma boa ideia tanto no que diz respeito à organização dos arquivos quanto para proteger a máquina contra a ação de vírus. Afinal, caso uma partição seja danificada por algum arquivo malicioso, não é preciso formatar todo o disco rígido para que o computador volte a funcionar corretamente.Aqui estaremos usando o windows 7.

Mãos à obra

O primeiro passo para criar uma partição do disco rígido é acessar o Gerenciamento de disco do Windows 7. Para isso, clique no botão Iniciar e no campo de pesquisa digite “diskmgmt.msc”. Clique no resultado exibido, conforme a imagem abaixo:

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Um meio alternativo de acessar o Gerenciamento de disco é abrir o Painel de Controle e clicar na opção “Sistema e Segurança”.
Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Em seguida, clique em “Criar e formatar partições do disco rígido”, opção localizada abaixo da divisão “Ferramentas Administrativas”.
Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Para criar uma nova partição, é preciso que o disco rígido que se deseja utilizar possui espaço não alocado, ou seja, que não seja utilizado pelo sistema de nenhuma forma. Para isso, selecione a unidade de disco que deve ser utilizada, clique sobre ela com o botão direito do mouse e escolha a opção “Diminuir Volume...”.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Aguarde alguns instantes enquanto a máquina calcula o espaço disponível para diminuir o disco rígido.
Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

A próxima etapa é definir quanto se deseja reservar para a nova partição do disco rígido. O valor inserido deve estar em MB, portanto tenha cuidado na hora de selecionar o espaço que deve ser utilizado para não criar partições de apenas 40 ou 50 MB, por exemplo. Depois de determinar o tamanho, clique em “Diminuir” para iniciar a criação do espaço não alocado.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Assim que terminar a etapa anterior, verifique no Gerenciamento de disco a presença do espaço não alocado, como na imagem abaixo:

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Para utilizar a nova partição criada, antes é preciso ativar o espaço não alocado – caso contrário, não será possível utilizar a nova divisão. Para isso, clique com o botão direito do mouse sobre o espaço não alocado e selecione a opção “Novo Volume Simples...”.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Após selecionar essa opção, o Windows abre o Assistente para Novas Partições Simples. Clique em “Avançar” para iniciar a ativação da nova partição do Windows 7.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

O primeiro passo é selecionar a quantidade de espaço reservado que se deseja realmente utilizar. Como padrão, o Windows seleciona automaticamente todo o espaço não alocado disponível, portanto, a não ser que deseje criar mais partições posteriormente, não altere esse valor.
Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Na próxima etapa é preciso definir a letra pela qual a nova divisão de disco deve ficar conhecida.
Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

O último passo é formatar o espaço do disco rígido destinado à nova partição criada. Se essa etapa não for cumprida, não é possível armazenar os arquivos de forma efetiva. Caso deseje, você pode dar um nome próprio para a partição utilizando o campo “Rótulo do Volume”.
Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Na próxima janela, confira se o volume e nome desejados correspondem à tarefa que deseja realizar. Selecione a opção “Concluir” e aguarde alguns instantes enquanto o computador realiza a divisão do disco rígido.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Pronto, agora a parte do HD que estava marcada como espaço não alocado já está pronta para ser utilizada como uma nova partição.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Desativar uma nova partição é uma tarefa igualmente simples. Basta abrir o Gerenciamento de disco, clicar com o botão direito sobre a partição que deseja eliminar e clicar na opção “Excluir volume...”.

Dicas do Windows 7: como particionar o disco rígido do computador

Esteja ciente de que selecionar essa opção apaga todos os dados presentes na partição selecionada. Portanto só realize o procedimento após salvar todos os arquivos importantes em outra parte do disco rígido do computador. Boa Sorte!!!

Setup e suas principais configurações

                     Setup
                                    O Setup é um programa que nos permite configurar várias opções acerca do Hardware instalado, opções relacionadas desempenho do sistema, senhas etc. As configurações do Setup são cruciais para o funcionamento e bom desempenho do sistema, uma configuração errada do Setup pode tornar o sistema até 70% mais lento, ou seja, o seu computador pode virar uma carroça sem cavalos simplesmente devido à uma configuração errada do Setup do micro. 
                   
       Para acessar o Setup do computador, pressione ESC, F2 ou F10 quando o mesmo é ligado aparecerá uma mensagem semelhante a esta:
Configurando o setup do BIOS

CONFIGURANDO O SETUP DO BIOS

1. Standard CMOS Setup (Standard Setup)

Configurando o setup do BIOS
  Aqui você poderá ativar UDMA (em setup’s de BIOS AMI) e no caso de BIOS “Award” UDMA
é configurado na opção abaixo:
2. BIOS Features Setup (Advanced CMOS Setup)
Configurando o setup do BIOS
             Aqui você deverá encontrar informações de seqüência de Boot além de configuração de caches, quantidade de memória RAM e algumas opções do BIOS, entre muitas outras.

2.1. Virus Warning (Anti-Vírus)
Ativando esta opção ele irá monitorar gravações no MBR (Master Boot Recording) do HD. O setor MBR é o responsável pela inicialização, sendo que ele irá indicar onde está o sistema.

2.2. CPU Internal cache (CPU Level 1 cache, L1 cache)
Esta opção da setup do BIOS permite habilitar ou desabilitar o cache interno do processador (cache L1). Desabilite-o se estiver muitos problemas graves com seu computador, mas o sistema irá ficar extremamente lento.

2.3. CPU External cache (CPU Level 2 cache, L2 cache)
Esta opção permite habilitar ou desabilitar o cache externo do processador (cache L2). Desabilite-o se você tiver muitos problemas de travamento do seu computador, mas o sistema irá ficar extremamente lento.

2.4. 1st Boot Sequence
Aqui você irá definir qual será a primeira opção de Boot: deixe em “IDE-0″. Se você quiser bootar o micro em um disquete, a opção escolhida deve ser “Floppy”
2.5. 2nd Boot Sequence
Aqui você irá definir qual será a segunda opção de Boot: deixe em “Floppy”.
2.6. Try other Boot Devices
Aqui você irá definir quais serão as outras formas de Boot: deixe em “Disable” pois geralmente as outras opções acima darão o Boot.
2.7.  Boot UP Num Lock Status
Esta opção serve apenas para determinar se a tecla Num Lock permanecerá ligada (on) ou desligada (off) quando o micro for inicializado. Se você utiliza bastante o teclado numérico, deixe ativada esta opção.
2.8. System BIOS Shadow, Video Bios Shadow
Ativando estas opções, será feita uma cópia do conteúdo do Bios principal e do Bios da placa de vídeo na memória RAM. A memória RAM é muito mais rápida do que a memória ROM do BIOS e o Boot será levemente mais rápido.
3. Chipset Features Setup (Advanced Chipset Setup)
Configurando o setup do BIOS
Esta seção armazena opções de  desempenho da memória RAM e da memória cache, placa de vídeo e modem. Você poderá fazer OC (Overclock) na memória RAM.


4. PNP/PCI Configuration

Contém opções para configurar manualmente os endereços de IRQ e DMA ocupados pelos dispositivos externos: são os famosos Plugs & Play. A maioria dos periféricos atuais são Plug & Play mas alguns periféricos antigos (principalmente modems e placas de som) não são endereçados automaticamente pelo BIOS, o que requer uma configuração manual.
5. Power Management Setup

Aqui você poderá configurar opções de modos de economia de energia como desligamento automático do seu monitor, teclado e HD depois de um certo tempo de inatividade. Estas opções podem ser feitas pelo Windows em “Painel de Controle/Gerenciamento de Energia” e por isso usualmente não há necessidade de alterar as configurações no próprio Setup.
6. Integrated Peripherals (Features Setup)

Tudo que você adiciona ao computador é configurado nesta opção: aqui você pode desabilitar qualquer um dos dispositivos da placa mãe, incluindo as portas IDE, a porta do drive de disquetes, portas IEE1324 (as famosas portas Fireware), portas USB, portas de impressoras, portas seriais etc., RAID, SATA; além de configurar algumas outras opções e os endereços de IRQ ocupados por estes dispositivos.
7. IDE HDD Auto Detection (Detect IDE Master/Slave, Auto IDE)

Ao instalar um disco rígido novo, não se esqueça de usar esta opção para que o Bios  detecte o HD automaticamente: se ele ainda não reconhecer, entre em “Standard CMOS Setup” e configure-o manualmente.
8. User PASSWORD

Aqui você poderá colocar senha tanto para tentativa de entrada no sistema quanto no setup.
9. Load BIOS Default

Aqui você poderá resetar o BIOS para as suas configurações default.
10. Load SETUP Defaults

Aqui você poderá resetar o SETUP do BIOS: isto irá definir que o computador carregue apenas as opções necessárias para que o computador funcione. Utilize esta opção se estiver tendo problemas para detectar uma nova placa por exemplo.
Pronto !! Estas opções são apenas para que você familiarize com o SETUP.
Uma ótima dica:Nunca altere mais de uma opção ao mesmo tempo no Setup: altere sempre uma opção de cada vez pois se seu computador apresentar problemas, você saberá onde alterou para que acontecesse o problema. Se você alterar várias opções de uma única vez ficará mais difícil saber onde está o problema. Boa Sorte!!!!!

Slots

                                Slot


                                Slots são encaixes encontrados na placa-mãe que servem para conectarmos diversos periféricos, como memória RAM, placa de vídeo, etc; ou seja é um termo em inglês para designar ranhura, fenda, conector, encaixe ou espaço. Sua função é ligar os perifericos ao barramento e suas velocidades são correspondentes as do seus respectivos barramentos. 

                                            

               Exemplos de slots

  • ISA: (Industry Standard Architecture): Que é utilizado para conectar periféricos lentos, como a placa de som e fax modem. (16 bits baixa velocidade)
  • PCI: Utilizado por periféricos que demandem velocidade, como a placa de vídeo. (32 bits, alta velocidade)
  • AGP: (Accelerated Graphics Port): Utilizado exclusivamente por interface de vídeos 3D. (32 bits, alta velocidade)
  • PCI Express: Utilizadas nas placas de vídeo mais modernas, ela varia de 1X até 32X.

  •       
  • Slot pci                            Slot Agp


  •     
  • Slots Pci Express                     Slots Isa

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A camada de aplicação

                           Camada de aplicação

                           A camada de aplicação é a camada que a maioria dos programas de rede usa de forma a se comunicar através de uma rede com outros programas. Processos que rodam nessa camada são específicos da aplicação; o dado é passado do programa de rede, no formato usado internamente por essa aplicação, e é codificado dentro do padrão de um protocolo.
                           Alguns programas específicos são levados em conta nessa camada. Eles proveem serviços que suportam diretamente aplicações do usuário. Esses programas e seus correspondentes protocolos incluem o HTTP (navegação na World Wide Web), FTP (transporte de arquivos), SMTP (envio de email), SSH (login remoto seguro), DNS (pesquisas nome <-> IP) e muitos outros.

                              
O modelo TCP/IP está dividido em quatro camadas:

  1. Camada de aplicação (FTP, SMTP, TELNET, HTTP, HTTPS, etc)
  2. Camada de transporte (TCP, UDP, etc)
  3. Camada de rede (IP)
  4. Camada interface (Ethernet, etc)
  5.  
     
  6.                      O TCP/IP  é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em redes. Seu nome vem de dois protocolos: o TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP (Internet Protocol - Protocolo de Internet, ou ainda, protocolo de interconexão). O conjunto de protocolos pode ser visto como um modelo de camadas (Modelo OSI), onde cada camada é responsável por um grupo de tarefas, fornecendo um conjunto de serviços bem definidos para o protocolo da camada superior.
  7.  As camadas mais altas estão logicamente mais perto do usuário (chamada camada de aplicação) e lidam com dados mais abstratos, confiando em protocolos de camadas mais baixas para tarefas de menor nível de abstração.                             

    Camada de transporte

                              A camada de transporte, tanto no Modelo OSI quanto no Modelo TCP/IP, é a camada responsável pela transferência eficiente, confiável e econômica dos dados entre a máquina de origem e a máquina de destino, independente do tipo, topologia ou configuração das redes físicas existentes entre elas, garantindo ainda que os dados cheguem sem erros e na seqüência correta.
    A camada de transporte é uma camada fim-a-fim, isto é, uma entidade (hardware/software) desta camada só se comunica com a sua entidade semelhante do host destinatário. A camada de transporte provê mecanismos que possibilitam a troca de dados fim-a-fim, ou seja, a camada de transporte não se comunica com máquinas intermediárias na rede, como pode ocorrer com as camadas inferiores.


    A camada de rede

    Alguns dos protocolos transmitidos por IP, como o ICMP (usado para transmitir informação de diagnóstico sobre a transmissão IP) e o IGMP (usado para gerenciar dados multicast) são colocados acima do IP mas executam funções da camada internet. Isso ilustra uma incompatibilidade entre os modelos da internet e OSI. Todos os protocolos de routing, como o BGP, o OSPF e o RIP são também parte da camada de internet, muito embora eles possam ser vistos como pertencentes a camadas mais altas na pilha.
    O datagrama (PDU) da camada de rede é geralmente conhecido como "pacote". Lembrando que todas as camadas tem seu PDU que variam o nome em : Dados (Aplicação), Segmento (Transporte), Pacote (Rede), Quadros (Enlace) e Bits (Física e LLC que é sub-camada de enlace).

     Camada de Interface de Rede 
    Esta camada controla como os dados são formatados ou interpretados quando chegam diretamente do fio à sua placa de rede. Ela dita ao dispositivo de rede como enviar e receber os dados binários. Contém protocolos de Redes Locais (Local Area Networks) como Token Ring, FDDI (Fiber Distributed Data Interface - Interface de Dados Distribuídos na Fibra) e Ethernet (a mais utilizada em redes locais) e protocolos de Redes Amplas (Wide Area Networks), como ATM (Assynchronous Transfer Mode - Modo de Transferência Assíncrona), Frame Relay (Transmissão de Quadros) e redes Seriais.
    É responsável pela transmissão e recepção (delimitação) de quadros e pelo controle de fluxo. Esse processo pode ser controlado tanto em software (device driver) para a placa de rede quanto em firmware ou chipsets especializados.
    É responsável pela transmissão e recepção (delimitação) de quadros e pelo controle de fluxo. Ela também estabelece um protocolo de comunicação entre sistemas diretamente conectados.
    Primeira camada normatizada do modelo, é responsável pelo endereçamento, roteamento e controle de envio e recepção. Ela não é orientada à conexão, se comunica pelos datagramas (pacotes de dados).

terça-feira, 1 de abril de 2014

Dispositivos de entrada e saída? O que são? Exemplos.

Os dispositivos de entrada e saída (E/S) ou input/output (I /O) são também denominados periféricos. Eles permitem a interação do processador com o homem, possibilitando a entrada e/ou a saída de dados.

O que todos os dispositivos de entrada têm em comum é que eles codificam a informação que entra em dados que possam ser processados pelo sistema digital do computador. Já os dispositivos de saída decodificam os dados em informação que pode ser entendida pelo usuário.


Os principais dispositivos de entrada de informações são: teclado, mouse, drive de CD / DVD-ROM, pen drive, scanner, microfone, joystick, câmera filmadora, câmera digital, tela sensível ao toque, mesa gráfica e caneta ótica.

Os principais dispositivos de saída de informações são: monitor de vídeo, drive de CD-ROM, caixa de som, impressora, sensores (movimento, temperatura etc) e óculos (para realidade virtual).

O principais dispositivos tanto de entrada como de saída de informações são: modem, drive de disquete, gravador de CD / DVD e disco rígido.


                                                           Híbrido
São dispositivos que mesclam as funções do tablet e notebook, são periféricos de entrada e saída.
Exs= Joystick com vibração, Monitor touch screen, Impressora multi-funcional, Pen driver, Hd, entre outros.

segunda-feira, 31 de março de 2014

o que é uma topologia de redes?

                                    A topologia de rede é o padrão no qual o meio de rede está conectado aos computadores e outros componentes de uma rede de computadores.Essencialmente, é a estrutura topológica da rede, e pode ser descrito fisicamente ou logicamente. Há várias formas nas quais se pode organizar a interligação entre cada um dos nós (computadores) da rede.

                                                        Quais são as topologias de redes?
Existem duas categorias básicas de topologias de rede:
  • Topologia física =>A topologia física é a verdadeira aparência ou layout da rede, enquanto que a lógica descreve o fluxo dos dados através da rede.

  • Topologia lógica =>A topologia lógica refere-se à maneira como os sinais agem sobre os meios de rede, ou a maneira como os dados são transmitidos através da rede a partir de um dispositivo para o outro sem ter em conta a interligação física dos dispositivos. 

A topologia da rede pode ser estudada por meio de oito topologias básicas:
  • Ponto-a-ponto =>Une dois computadores, através de um meio de transmissão qualquer. Dela pode-se formar novas topologias, incluindo novos nós em sua estrutura.

  • Barramento =>Todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados.Na topologia de barramento apenas um dos computadores estão ligados a um cabo contínuo que é terminado em ambas as extremidades por uma pequena ficha com uma resistência ligada entre a malha e o fio central do cabo.

  • Estrela =>a topologia em estrela utiliza cabos de par trançado e um concentrador como ponto central da rede.

  • Anel ou circular => os dispositivos são conectados em série, formando um circuito fechado (anel).Os dados são transmitidos unidirecionalmente de nó em nó até atingir o seu destino.

  • Malha =>facilita a instalação e configuração de dispositivos em redes mais simples. O tempo de espera é reduzido e eventuais problemas não interrompem o funcionamento da rede. 

  • Árvore =>É essencialmente uma série de barras interconectadas.Geralmente existe uma barra central onde outros ramos menores se conectam.Esta ligação é realizada através de derivadores e as conexões das estações realizadas do mesmo modo que no sistema de barra padrão.

  • Híbrido =>topologia de rede em função do ambiente, compensando os custos, expansibilidade, flexibilidade e funcionalidade de cada segmento de rede. utilizam mais de uma topologia ao mesmo tempo, podendo existir várias configurações que podemos criar utilizando uma variação de outras topologias.

  • Daisy Chain =>Exceto para redes conectadas em estrela, a maneira mais fácil de adicionar mais computadores em uma rede é por encadeamento (Daisy-Chaining), ou seja, ligar cada computador em série com o próximo. Se a mensagem se destina a um computador distante no caminho da linha, cada sistema a retransmite em sequência, até que ela chegue ao seu destino. Uma rede encadeada (Daisy-Chained) pode assumir duas formas básicas: linear e anel.
  • A topologia linear coloca um link de duas vias entre um computador e outro.

  •  topologia em anel pode ser formada conectando-se os computadores em cada extremidade.